Identificar. Controlar. Otimizar.
A espuma em ETAR pode ter diferentes origens e criar problemas operacionais nos processos de tratamento de águas. A HigieWater ajuda a identificar a causa, selecionar a solução adequada e otimizar a aplicação de antiespumas.

Porque é que aparece espuma em ETAR?
- Tensioativos e detergentes — presentes em muitos processos industriais e com elevada capacidade de formação de espuma.
- Matéria orgânica — determinadas cargas orgânicas podem favorecer a estabilidade da espuma.
- Atividade microbiológica — determinadas condições microbiológicas podem contribuir para a formação de espuma.
- Arejamento e agitação — a introdução de ar e a turbulência podem favorecer a formação e acumulação de espuma.
- Características do efluente — a composição específica de cada efluente influencia o comportamento da espuma.
- Condições de operação — alterações de caudal, temperatura, pH ou carga podem modificar o comportamento do processo.
Nem toda a espuma tem a mesma origem
Antes de selecionar um antiespuma, é importante compreender o tipo de espuma e as condições em que esta ocorre. Uma solução eficaz deve ser escolhida em função das características específicas de cada processo.
- Espuma química
Associada principalmente à presença de tensioativos, detergentes e outros compostos que reduzem a tensão superficial da água e favorecem a formação de espuma.
- Espuma biológica
Pode ocorrer em processos de tratamento biológico e estar relacionada com determinadas condições microbiológicas, composição do efluente e desenvolvimento de microrganismos filamentosos.
- Espuma de processo
Pode ser favorecida por condições como arejamento, agitação, turbulência, temperatura, carga orgânica ou características específicas do processo industrial.

Como controlar a espuma?
- Identificar — avaliar a origem e as características da espuma.
- Analisar — considerar o efluente, processo, temperatura, pH e condições de operação.
- Testar — comparar diferentes soluções e formulações.
- Selecionar — escolher o produto mais adequado à aplicação.
- Otimizar — definir a dosagem e o ponto de aplicação.
Como selecionar o antiespuma adequado?
A escolha de um antiespuma deve ser feita em função das características específicas de cada processo. O produto mais eficaz num determinado efluente pode não apresentar o mesmo desempenho noutra aplicação.
- Tipo de espuma — química, biológica ou associada às condições do processo.
- Características do efluente — composição, carga orgânica e presença de tensioativos.
- pH e temperatura — condições que podem influenciar o desempenho do produto.
- Condições de operação — arejamento, agitação, caudal e tempo de contacto.
- Ponto de aplicação — local onde o produto é introduzido no processo.
- Dosagem — quantidade necessária para obter controlo eficaz sem consumo excessivo.
Testar antes de implementar
Sempre que possível, a avaliação de diferentes formulações através de testes laboratoriais permite comparar a eficiência das soluções e selecionar a opção mais adequada ao processo.

Aplicações industriais
Os problemas de espuma podem surgir em diferentes setores industriais, sendo necessária uma abordagem adaptada às características de cada processo e efluente.

Soluções antiespuma para diferentes processos
Diferentes processos requerem diferentes soluções de controlo de espuma. A seleção do antiespuma deve considerar o tipo de espuma, as características do efluente e as condições de operação.
Biodegradáveis
Formulações desenvolvidas para aplicações onde a biodegradabilidade e a redução do impacto ambiental são fatores importantes.
Base silicone
Formulações de elevada eficiência, adequadas a aplicações onde é necessário um controlo rápido e eficaz da espuma.
Sem silicone
Soluções para processos onde se pretende evitar a utilização de silicones, mantendo um controlo eficaz da formação de espuma.
Antiespumas à base de óleo
Formulações adequadas a determinadas aplicações industriais, podendo apresentar boa capacidade de desestabilização da espuma.
Concentrados de surfactantes
Soluções com elevada concentração de matéria ativa, permitindo adaptar a dosagem às necessidades específicas da aplicação.
Antiespumas específicos para processos biológicos
Soluções selecionadas tendo em consideração as características dos processos de tratamento biológico e a necessidade de controlar a espuma sem comprometer o processo.
A escolha da formulação adequada deve ser baseada em testes e nas condições específicas de cada processo.
Onde podem ser utilizados
Águas residuais industriais
Controlo de espuma associada a diferentes cargas e características do efluente.
Indústria alimentar e bebidas
Aplicações onde detergentes, proteínas e matéria orgânica podem favorecer a formação de espuma.
Tratamento biológico
Controlo de espuma em processos de arejamento e tratamento biológico.
Tem um problema com a formação de espuma?
Podemos analisar as condições da sua instalação e ajudar a definir uma estratégia de tratamento adequada.
